
🚨 GAECO INVESTIGA POSSÍVEL DESVIO DE R$ 36,9 MILHÕES DESTINADOS A ENTIDADES BENEFICENTES NO PARANÁ
Uma investigação sobre suspeitas de desvio de dinheiro que deveria beneficiar instituições de assistência social mobilizou o Gaeco nesta segunda-feira (26). A Operação Samaritano cumpriu 17 mandados de busca e apreensão no Paraná e em São Paulo.
As ações ocorreram em Londrina, Ibiporã, Maringá, São Paulo e Itupeva. O prejuízo estimado chega a R$ 36,9 milhões.
Entre as possíveis vítimas estão a Federação Nacional das Apaes, a Santa Casa de Londrina e o Hospital do Câncer de Londrina.
Segundo o Ministério Público do Paraná, uma distribuidora de títulos de capitalização é investigada por supostamente reter valores que deveriam chegar às instituições beneficentes.
As suspeitas envolvem notas fiscais irregulares, despesas artificialmente elevadas, empresas de fachada e contratos que teriam sido utilizados para transferir recursos das entidades à distribuidora.
Somente entre 2020 e 2022, a Santa Casa de Londrina repassou R$ 33,16 milhões à empresa investigada. Já o Hospital do Câncer transferiu aproximadamente R$ 3,75 milhões entre 2020 e 2021.
Os investigadores também apuram se parte do dinheiro passou por empresas ligadas a familiares dos investigados para ocultar sua origem e financiar a aquisição de imóveis e veículos de luxo.
A Justiça autorizou o bloqueio de valores e o sequestro de imóveis até o limite de R$ 36.913.661,48.
A operação investiga possíveis crimes de apropriação indébita, estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
As investigações começaram em 2021 e continuam em andamento. As suspeitas ainda dependem de comprovação, e não há condenações informadas nesta operação.
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#Londrina #Gaeco #Paraná
Uma investigação sobre suspeitas de desvio de dinheiro que deveria beneficiar instituições de assistência social mobilizou o Gaeco nesta segunda-feira (26). A Operação Samaritano cumpriu 17 mandados de busca e apreensão no Paraná e em São Paulo.
As ações ocorreram em Londrina, Ibiporã, Maringá, São Paulo e Itupeva. O prejuízo estimado chega a R$ 36,9 milhões.
Entre as possíveis vítimas estão a Federação Nacional das Apaes, a Santa Casa de Londrina e o Hospital do Câncer de Londrina.
Segundo o Ministério Público do Paraná, uma distribuidora de títulos de capitalização é investigada por supostamente reter valores que deveriam chegar às instituições beneficentes.
As suspeitas envolvem notas fiscais irregulares, despesas artificialmente elevadas, empresas de fachada e contratos que teriam sido utilizados para transferir recursos das entidades à distribuidora.
Somente entre 2020 e 2022, a Santa Casa de Londrina repassou R$ 33,16 milhões à empresa investigada. Já o Hospital do Câncer transferiu aproximadamente R$ 3,75 milhões entre 2020 e 2021.
Os investigadores também apuram se parte do dinheiro passou por empresas ligadas a familiares dos investigados para ocultar sua origem e financiar a aquisição de imóveis e veículos de luxo.
A Justiça autorizou o bloqueio de valores e o sequestro de imóveis até o limite de R$ 36.913.661,48.
A operação investiga possíveis crimes de apropriação indébita, estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
As investigações começaram em 2021 e continuam em andamento. As suspeitas ainda dependem de comprovação, e não há condenações informadas nesta operação.
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